71 - Alecrim

Depois de ter apresentado o meu vaso de Mangerona e relembrando a peça de António José da Silva, (As guerras do Alecrim e Mangerona) apresento-lhes o meu Alecrim:










Em resposta a D. Fuas que defende a Mangerona retroca D. Gilvaz: "O Alecrim, ...." "... é a coroa dos jardins, o lenço vegetável das lágrimas da Aurora. Nas chamas é fenix; nas águas, rainha; e finalmente é o antidoto universal de todos os males e a mais segura tábua da vida..."
E no dia a dia para que nos servirá o Alecrim?
Na culinária serve para temperar aves, caça e em certos países também se utiliza em assados de cabrito e vitela.
Segundo rezam os livros, é um estimulante para pessoas em estado débil, combate a tosse a febre tifóide.
Ajuda nas digestões dificeis se se tomar uma chavena de chá depois das refeições.
O Alecrim é ainda referenciado na canção Popular:
Alecrim
Alecrim, alecrim dourado
que nasce no campo sem ser semeado,
Ai meu amor quem te disse a ti
Que a flor do monte era o alecrim?
Alecrim, alecrim aos molhos
Por causa de ti choram os meus olhos
Ai meu amor quem te disse a ti
Que a flor do monte era o alecrim ?

2 comentários:

Galmaran disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
XICA disse...

Susete jé ali tá mais um cancro, estes gajos nã s´enxergam, porra pá que fartação.Tô farta dos apagar na minha barraquinha.