272 - O Almoço

O almoço propriamente dito, preparado pelos camaradas da Comissão de Freguesia da Costa da Caparica, estava espectacular (os meus parabéns aos cozinheiros) mas a camaradagem a troca de experiências, a força nas mesmas convicções e na luta por um mesmo ideal e que motivou este encontro esteve sempre presente.

271 - A chegada

Depois de 2 ou 3 perguntas sobre a localização facilmente chego à Rua onde fica o Centro de Trabalho do PCP, na Costa Caparica, em que teria lugar o almoço/convivio organizado pelo, "Cheira-me a Revolução" - "1º Encontro Blogosférico no Caminho da Mudança"
À porta, e enquanto se aguardava a hora do almoço, iam-se fazendo as apresentações, sabendo quem é quem titulos dos blogues e nomes dos seus subscritores.
Se alguém alheio a esta forma de ser comunista acharia estranho como é que um grupo de pessoas vindo das mais diversos pontos do país, em menos de 5 minutos pareciam já conhecer-se, pessoalmente de há longos anos, dada a forma franca do desenrolar das conversas.

270 - 1º Encontro blogosférico "No caminho da Mudança"

A fim de participar no primeiro encontro blogosférico dos Bloguers Comunistas, rumo à Costa da Caparica, deixando para trás a Praça de Espanha e uma chuvinha miuda. No horizonte um céu carregado de nuvens mas a perspectiva de uma tarde em cheio na companha de camaradas e amigos.
















269 - E ainda dizem que o tempo não volta atrás!

Funcionárias da loja do Cidadão proibidas de usar mini-saia
Julgava eu que já nada me surpreendia vindo do actual (des)governo e eis senão quando, fico embasbacada com a noticia saída nos "Jornal Público" cujo titulo é o que acima se transcreve e no "Correio da Manhã".
Noticia que teria alguma piada se publicada há nove dias atrás:
Pensei então onde é que eu tinha proibições semelhantes retidas na minha memória?
Não precisei procurar muito foi apenas voltar para trás no tempo. Ora façam o favor de ler e comparar. Depois digam-me se, em vésperas de aniversário, esta medida não foi propositadamente, para me darem a possibilidade de voltar aos tempos da minha juventude!
Vejam só: (Clique para abrir)



266 - Falta de respeito pelos utentes da linha de Sintra

Ou a Odisseia para chegar a casa!
Hoje dia 6 de Abril de 2009 - Saio do trabalho por volta das 18,20h, pelas 18,47h estou na estação de Entre-Campos, subo as escadas ao som da voz off anunciando, (não necessariamente com estas palavras):
Senhores passageiros o combóio CP-Lisboa procedente da estação do Oriente com destino a Mira-Sintra/Meleças que deveria entrar na linha número um, encontra-se com 17m de atrazo; 5 minutos depois a mesma lenga-lenga mas agora informando que serão uns 47 minutos de atrazo; mais cinco minutos e já será de 27 minutos o atrazo, mais um pouco e passa para uns 23minutos enfim... às tantas fartei-me. Saí da gare com destino à outra estação da linha de Sintra: Rossio.
Lá chegada, deparo com um cenário ainda pior: O combóio marcado para as 19,11h encontrava-se na linha, superlotado. Eram 19,31h! O que faço? Bom, vamos ver se encontro um lugarzinho, em pé evidentemente. Na segunda carruagem encontrei e por isso entrei.
Às 19,33h o combóio arranca mas, ao que me disseram desde as 17,30h que havia problemas na linha.
Esqueço de contar que, na Estação do Rossio está a ser testada a nova modalidade de acesso às plataformas de embarque que não foi interrompida mesmo com a situação caótica que se apresenta.
Chegamos, após alguns soluços pelo meio, à estação da Amadora, são 20,09h, entretanto as portas do combóio abrem e fecham, trazendo de cada vez que fecham, a esperança de que o combóio começe a rolar nos carris.
Falso alarme, muito falso alarme. Informações sobre o que está a contecer ou a que horas poderá o combóio continuar a marcha, está quieto nicles batatóides, (como diria o meu neto).
Às 20, 46 chego a Queluz-Belas e não aguento mais (foram 3 horas em pé) saio do combóio, pois aqui posso apanhar um autocarro para casa, o que acontece às 21,05h.
Ao passar na estação de Monte Abraão, lá esta ele (o combóio de sintra) em mais um compasso de espera.
A fila nos taxis é enorme pois aquele hora os autocarros da LT ou são de hora a hora, ou pura e simplesmente já não há como é o caso do 149 para Mira-Sintra, cujo último passa naquela estação às 20,20h.
Tudo isto seria irrelevante não fosse o caso de, durante todo este tempo não ter sido dada qualquer explicação aos passageiros e em cada estação os mesmos não terem sido informados do previsivel compasso de espera, dando assim a ilusão a cada toque de fecho de portas, que se iria continuar a viagem.
Os utentes/passageiros da CP não são tratados com a dignidade a que tem direito, não obstante o pagamento do serviço de transporte ser prontamente pago a cada inicio do mês.
Ora não será esta situação um caso para a ASAE actuar?!

265 - É bom meditar

Os 70 anos da Guerra Civil de Espanha

264 - Lei da Paridade

SOU e neste SER, estão incorporados a existência, a consciência, a vontade, a força, a acção e consequentemente todos os direitos e deveres inerentes a todos os Seres Humanos.
SOU, pela igualdade entre homens e mulheres, os quais se complementam. Do meu vocabulário não fazem parte palavras como: classe social, etnia, ou orientação sexual. Do meu vocabulário fazem parte: responsabilidade, igualdade, trabalho, partilha e fraternidade.
Sou pela igualdade na partilha de responsabilidades e deveres cívicos.
Vem tudo isto a propósito, de estar em completo desacordo com essa “invenção” do partido socialista ou seja a tal da lei da paridade, que estes senhores querem impor.
Não duvido da inteligência e capacidade das mulheres portuguesas para o exercício do poder político, discordo porém do exercício politico por imposição legislativa.
Vem isto a propósito dos cartazes/anúncios institucionais, propagados por essa Lisboa, tendo como base a figura alegórica da Republica e os dizeres “As mulheres fazem a Democracia melhor” logo seguida de “A diferença faz a igualdade”
1º. - Gostaria que alguém (o autor do anúncio por exemplo) me explicasse como é que as mulheres fazem a democracia melhor? Dão-lhe miminhos, beijinhos etc.?
2º. - Já na segunda frase qual a diferença a que se refere? Diferença em quê? Diferença do quê? Diferente porquê?
Tenho VERGONHA e sublinho VERGONHA de quem assim exibe o seu conceito de Democracia.

260 - Manifestação 13 de Março


Sem palavras, ou melhor, duas palavras 200.000

DUZENTOS MIL

259 - Carta aberta ao Presidente do Conselho Directivo da CGA

ou
As cunhas na passagem à aposentação.
A Caixa Geral de Aposentações conta com a colaboração dos seus utentes para a melhoria da qualidade dos serviços que presta, devendo, nos contactos com a CGA, indicar sempre:
Nome completo;
Número de Subscritor ou Pensionista, conforme o caso;
Dando cumprimento a este pedido passo a colaborar, enviando uma sugestão, para melhoria daqueles serviços, (e não estou aqui a incluir aqueles que recebem ordens para o efeito) expondo o seguinte:
Funcionária de nomeação definitiva, (sim que eu não assinei qualquer outro contrato com o Estado para além do Termo de Posse) subscritora da CGA nº. 557657, desde 2/12/1974, beneficiária da Segurança Social, para onde também efectuei descontos, decidi em 15 de Dezembro de 2008, solicitar a minha aposentação.
Com o meu processo, seguiram mais 3 processos de outros tantos colegas para a CGA.
Ora bem dois foram despachados (em tempo recorde) um em Janeiro outro em Fevereiro do corrente ano! Eu e um outro colega continuamos à espera!
Num telefonema efectuado para a dita CGA, solicitanto informação sobre o andamento do processo, informação a que tenho direito por lei, foi-me dito após alguma insistência de que estava para conferir mas que ainda era cedo e o tempo de espera era normal.
Eu sei! Sei até de casos em que a espera é de 6, 7 ou mais meses, então porque há processos despachados em menos de um mês?
Só se pode concluir (para não afirmar mesmo) que os processos são resolvidos conforme a cunha que se tenha.
Sr. Presidente, é tempo de acabar com essa situação e não falo só por mim, mas por todos aqueles que esperam (sentados) enquanto outros cavalgam de um dia para o outro, apenas porque tem gente influente que mete cunhas para apressar os despachos.

258 - Politiquices ou a falta de respeito pela população

Como moradora no Bairro 1º de Maio, não posso deixar de demonstrar a minha indignação pelas declarações da sr. presidente da Junta de Freguesia de Monte Abraão, publicada no Jornal da Região de Sintra. (clicar para abrir e ler)
É engraçado que sendo o Bairro 1º de Maio, "a menina dos olhos" da srª presidente da Junta, quando se apróximam as eleições, a mesma senhora faça declarações como esta, à Agência Lusa, sem respeito pelos moradores do Bairro, como se todas as pessoas que ali vivem fossem diferentes dos que vivem noutros locais, como por exemplo no local onde a dita senhora mora.
Será que os problemas ocorridos noutras escolas também são responsabilidade deste Bairro? Se a escola está em estado de degradação, serão os moradores do Bairro, que vão para lá fazer estragos? Será que também é responsabilidade do Bairro, as ratazanas e as cobras, que por lá aparecem? Ou serão estas situações um reflexo social da forma como é gerida a Freguesia e os seus equipamentos?
Por outro lado, o que se espera da actual politica do ensino, com escolas superlotadas, (como a escola Ruy Belo) com os professores a serem destituidos da sua autoridade escolar, e tudo o mais que, desde há uns anos a esta parte, vem contribuindo para a degradação do ensino e dos valores educacionais?

255 - Recebi por email

As férias de sonho dos Portugueses em 2009, devido à crise vao ser passadas assim:

254 - Pela defesa do espaço público

No próximo sábado, dia 7 de Março, e na sequência das conclusões resultantes da participação civica da população, na reunião do passado dia 27 de Fevereiro, a CDU, leva a efeito na Freguesia de Monte Abraão, junto ao local onde se realiza a feira semanal, uma recolha de assinaturas, "ABAIXO ASSINADO" cujo teor é o que abaixo se publica. PARTICIPE.(clicar para abrir)