O corpo humano, os 5 sentidos e as suas funcionalidades...
Querias ensopado de borrego não querias? Pois pois, mas eram 2 horas da tarde e a fila tinha mais de 200 pessoas. Sentados já com a paparoca à frente mais que muitos, mesas completamente cheias. Nem sei se haveria comida para tanta gente. Assim, fui ao bar de Beja, evidentemente e comi "cachola frita, pão e vinho (do tinto pois claro) comida bem ao gosto de outrora. Nota: um dos pormenores que achei girissimo, foi ver que alguns comensais traziam de casa, toalhas de picnic, das tais aos quadrados azuis que tem estampadas colheres e garfos, ou grandes panos de louça que colocavam nas mesas.
Vá vamos lá beber um cafézinho para arranjar forças para o passeio que nos espera. Sim, que o espaço é grande e não posso perder pitada para mostrar à Xica. 
Na primeira rua de acesso ao centro da Festa, mais Comunas, ou se não são todos, pelo menos são simpatizantes, também haverá alguns que vem comprovar as palavras que Miguel Esteves Cardoso, escreveu o ano passado e que podem ler-se aqui.
O autocarro que estava na paragem depressa se encheu e eu achei por bem esperar pelo próximo, que já apontava ao inicio da rua.
Através dos vidros do combóio podia ver-se o céu carregado de nuvéns porém, dentro da carruagem a animação já tomava conta dos passageiros, uns comentavam a noite anterior, outros memórias de outras Festas e um grupo mesmo atrás de mim as noticias acerca do Parque Mayer.
E eu a não querer perder pitada, nem da conversa nem da minha tarefa de reporter e assim registei esta água verde do Tejo, de dia de temporal.
A Festa tinha começado na sexta feira, um dia chuvoso e que bem poderia estragar a animação. Mas qual quê, se os Comunistas não receiam outras borrascas não é uma chuvazinha à toa que vai estragar o que com tanto trabalho e carinho se preparou. Eu não estive presente nesse dia porque estive a trabalhar, mas contou-me quem esteve presente que ninguém arredou pé nem no discurso político de abertura, nem no concerto e tudo decorreu como se a noite fosse uma bela noite de verão. É certo que os campistas sofreram, mas quase todos jovens, um pouco de chuva até ajuda à Festa.
No sábado de manhã foi a minha vez. Saí cedinho de casa. A primeira etapa onde comecei a ver sinais da Festa foi na estação de Campolide, porta aberta ao sul para quem vai destes lados para a zona do Seixal. Aos poucos e poucos chegam grupos que compram bilhetes para Foros de Amora, estação de chegada para acesso aos autocarros que dalí partem direitinhos à Ataláia.
Começa já amanhãNa ronda pelos blogues dos que, não tenho dúvidas, vão estar e em força, na Praça Central da Quinta da Atalaia, no próximo sábado dia 6 pelas 15,00 horas, aceitei o convinte do amigo "Cantigueiro" para visitar este outro amigo, aqui e aqui e mais aqui. Este amigo, "O Castendo" há muito que faz parte da minha lista de links.
Agora é a minha vez de convidar todos os que aqui chegarem, para a mesma visita, vão divertir-se certamente com a opinião no minimo esclarecedora, do MEC e do que poderão encontrar se forem à festa, não se acanhem que nós somos assim, levamos à casa de cada um, todos os amigos que quizermos e nem precisamos de pedir autorização ou avisar que as portas e os braços, estão abertos para nos receber.
Depois, para quem nunca esteve na festa, fica o convite: Atreva-se a comprovar a opinião de um “reaccionário” (como ele próprio se classifica no texto)
Então não é que Sócrates se arrisca a conseguir os 150 mil postos de trabalho que prometeu quando da candidatura?
Conhecendo-me como me conheço praticamente dispenso a consulta. Mas, há sempre um mas, quando me chamam a atenção sobre a coisa, gosto de conferir. Nada como a internet para adquirir mais alguns conhecimentos sobre mim mesma. Foi o que hoje aconteceu ao visitar a "Barraquita" da minha amiga Xica. Pois é, ela chamava a atenção para o conhecimento dos singos através da linguagem das Flores e animais este último designado por: signo Xamânico. Confesso que não conhecia. Então é assim: