31 - As ervas do meu Alentejo



Claro que o caldo de peixe da ribeira também não dispensa um bom molho de poejos

30 - As ervas do meu Alentejo

E o sabor forte e gostoso de um molho de hortelã da ribeira num caldo de peixe do rio ?


29 - Ervas do meu Alentejo


E para o feijão braco que tal um bom molho de catacuzes?
Nascem por todo o lado só é preciso conhecer os melhores, os rasteiros de caule vermelho e já está.



28 - Ervas do meu Alentejo

Não é preciso semear nem tão pouco comprar, é só necessário ir ao campo e apanhar, brotam do chão brilhantes e apetitosas, são as acelgas que enriquecem uma bela sopa de grão.

27 - As ervas do meu Alentejo

As beldroegas
Haverá alguém que depois de comer um caldo de "baldoregas" tenha dito: Não gosto!

26 - Para o quarto


25 - Peixes


Os meus naperons de cozinha

24 - A Ribeira de Belas vista da ponte pedonal, para o lado sul

Ribeira de Belas, inicio do rio jamor. Fronteira natural entre as Freguesias de Queluz e Monte Abraão.
É neste lamentável estado que se encontra a ribeira onde infelizmente se perdeu uma vida, em consequência das chuvas ocorridas esta manhã.
Para quando a limpeza deste esgoto a céu aberto?
E que dizer das construções em leito de cheia ?
Será que a culpa é só de S. Pedro?



Ponte pedonal em madeira

23 - As Bruxas

Após uma conversa sobre o tema acima, voltei a ler algumas passagens do Livro "Sobre as feiticeiras" de Jules Michelet. Só posso dizer que continuo a ter a mesma opinião que tive da primeira vez que o li. A minha opinião sobre este livro é que, é o melhor livro escrito por um homem em relação às mulheres e neste pressuposto às mulheres sábias, da idade média. Diz Michelet que: «A natureza fê-las feiticeira.» "É o génio próprio da Mulher, é o seu temperamento. Nasceu fada e mercê do amor, é Maga. Mercê da sua delicadeza, da sua malícia (por vezes fantástica e benigna) é Feiticeira e gera o destino, ou pelo menos adormenta, engana os males"."... para as religiões a Mulher é mãe, terna guardiã e ama fiel.» Refere Michelet que : «No início a Mulher é tudo» E este tudo assusta os homens, ela tem o poder de gerar a vida, o seu corpo abre e dele escorre sangue todos os meses, sem que mal algum lhe aconteça. Mistério assombroso e anti natural. De tal forma este poder assusta que, ela deverá ser considerada imunda os 7 dias do seu fluxo. Se lhe nascer um filho varão, será também imunda 7 dias mas, se lhe nascer uma filha a mulher será imunda durante duas semanas (Levitico cap. 12). Na idade média ela é a depositária da medicina e continua Michelet "... para melhor contar o tempo, observa o céu. Mas nem por isso a terra deixa de ter o seu coração. Os olhos poisados nas folhas, apaixonados e curiosos, sendo ela própria também jovem flor, com elas trava conhecimento pessoal, conhece as ervas e o seu poder pede-lhes para curar aqueles que ama" « O único médico do povo foi, durante mil anos, a feiticeira». «E isso valia uma recompesa. Foram pagas com torturas e mortas nas fogueiras. Refere Michelet que durante a chacina das bruxas na idade média:"... 7.000 foram mortas em Tèves; não sei quantas em Tolosa; 1500 em Genebra; 800 em Bomberg e não foram poupadas em Wurzburg uma feiticeira de 11 anos; em Baiona uma de 15 e duas de 17 anos e até Filipe II de Espanha, teve de intervir ou ficaria com um reino sem subditos".

22 - Naperon de quarto

Sobras dos quartinados, uma renda simplies e ai estão uns naperons de quarto

21 - A rosa


Gosto de rosas vibrantes cor de sangue

20 - Gosto de aproveitar


Colchas de trapo ficam muito bem em camas de ferro

19 - Aproveitando os trapos


Em tricot trabalho para as noites de inverno

18 - Voltando aos trapos


manta em tricot feita de tiras de trapos